Céu Limpo

terça-feira, junho 14, 2016


Não aguento mais esses quases,
não aguento mais de saudade.
O que eu fiz que você foi embora?
Já não importa, mas te amo agora.

Te amo sempre e sempre amarei.
Meu amigo,
meu amor,
me desculpe essa dor.

Essa angústia que fere e dilacera meu peito.
Eu não sabia aonde eu estava direito.
Quem eu era,
em que esfera,
e você me esperava.

Você que sempre esteve ali.
E, naquele momento, eu ausente…
Palavras perdidas,
chamadas não atendidas,
sentimentos confusos,
cartas não lidas.
Impulsos malditos.

Me desculpe fazer isto,
não quis te fazer ombro amigo.
Sabe, não posso voltar no tempo,
mas se tivesse uma chance,
eu te amaria de novo.
Eu ficaria só um pouco.
Não sumiria do nada.

A tempestade que abala,
quer chover de novo.
Mas vou ser forte 
e menos confusa,
menos egoísta e mimada.

Quero te ver sorrindo,
deixarei seu céu limpo,
sem viver vida amarga.

Como você não existe igual.
Porto seguro.
Paz sem final.

Você já faz parte da minha loucura.
Te amo e me desculpa por isso.



M.L.V.

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