Porque parei de comer carne

sexta-feira, fevereiro 10, 2017


Eu sempre tive essa vontade dentro de mim, mas tinha preguiça, achava que seria caro e todos me desencorajavam. Mas a ideia de ser vegetariana não saía da minha cabeça. Aqui eu explico porque parei de comer carne.


Eu sempre tive essa vontade dentro de mim, mas tinha preguiça, achava que seria caro e todos me desencorajavam. Mas a ideia de ser vegetariana não saía da minha cabeça, porque eu amo muito os animais, todos, até os peixes. Não só os cães e gatos. Já vi alguns animais sendo mortos, como peixes e galinhas (e é bizarro) e quando era criança fiquei chocada com a cena de um porco inteiro cozido com um ferro atravessando seu corpo, num almoço de aniversário. Não consegui comer porco depois disso. Hoje, não consigo comer mais carne nenhuma, e eu nem precisei ver aquele filme "A carne é fraca" todo, porque só de pensar no sofrimento deles, me estremece (mas aconselho as pessoas que tem coragem a ver). Além disso, sou espírita, e nos estudos, aprendemos que a carne animal é maléfica para o corpo e também para o espírito. Assim como a bebida em excesso ou o uso de entorpecentes, que prejudicam nosso espírito e reflete no nosso corpo material. Mas, só alguns espíritas acordaram para esse ensinamento. E espero que cada vez mais todos acordem! O número de veganos e vegetarianos no meio espírita é bem grande e cresce a cada dia. Assistindo a um estudo desses, no centro, veio uma intuição muito forte em minha cabeça, falando, "chegou a hora". Eu cheguei em casa, pesquisei coisas que jamais saberia, pois nossa cultura não ensina. Pesquisei sobre nutrientes e a indústria da carne, pesquisei também as obras de André Luiz
 (Espírito que era médico encarnado na terra e ao desencarnar, escreveu Nosso Lar e diversos livros sobre o plano espirital, guiado por espíritos de luz para ajudar a humanidade a enxergar o plano espiritual, através da psicografia de Chico Xavier). Quando cai em mim, comecei a chorar, fiquei muito feliz, um sentimento intenso de "isso, você está livre, você achou sua verdade" me invadiu. Sei que céticos não acreditam e até amigos me desencorajam, acham que é fase, ou me criticam. Mas, apontar o dedo pros outros é fácil, cuidar da própria reforma íntima é o que devemos fazer. O importante é não julgar ninguém, nem o amigo que não parou de comer carne, pois ele ainda não despertou para essa causa, mas não significa que ele é inferior ou não é uma pessoa boa, todos temos defeitos. Mais uma hora ou outra, todos irão despertar, ou nessa, ou em outra reencarnação. É a lei da evolução. E todas as religiões, (pelo menos a maioria), nos revelam o amor ao próximo, só que o próximo também é o animal. Qualquer religião, católica, evangélica, budista, se prestarmos atenção, nos elevam espiritualmente e nos aconselham a purificar nossa alma. No futuro todas se unirão, pois a verdade universal está se tornando cada vez mais evidente. Outra importância de abster-se da carne, é a preservação do nosso planeta. Dados científicos comprovam isso, pesquise e se informe. Não aceite hábitos não-normais (disfarçados de saúde) por conta de uma cultura materialista e uma maioria que insiste em viciar-se em tudo que é prejudicial. A ciência já comprovou a diminuição das chances das pessoas que tem dieta vegana de ter câncer, problemas cardíacos, etc.


Bom, essa foi minha história. Meus motivos são de amor, espirituais e também de preservação do meio ambiente. Sou ovo-lacto ainda, mas meu objetivo é me tornar vegana, e não devemos julgar quem ainda não é vegano, pois é um grande passo ser vegetariano e a transição para muitos é mais lenta, mas é bem mais benéfico para você e para o mundo, ser veggie, do que ser carnívoro. Aliás, carnívoros se zangam e nos julgam o tempo todo. E não nos deixem abalar. Devemos todos respeitar uns aos outros.


Vou postar aqui algumas passagens dos livros que me elucidaram sobre essa causa, artigos etc:

Este artigo: http://irmaosanimais-conscienciahumana.blogspot.com.br/2013/10/vegetarianismo-e-espiritismocarta-sobre.html 

Essa postagem: http://animaiseoespiritismo.blogspot.com.br/2013/02/o-espirita-deve-ser-vegetariano.html

Documentário a carne é fraca (apesar de não ter conseguido assistir as piores partes): https://www.youtube.com/watch?v=EvP2Qy4ZEzA

Essa postagem: http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=392&Itemid=103


OS DOCUMENTÁRIOS DO NETFLIX: COWSPIRACY E WHAT THE HEALTH

Esse livro: Missionários da Luz - Ditado pelo epírito de André Luiz, Psicografado por Chico Xavier, segue o trecho:

Alexandre fez ligeiro intervalo na conversação, dando a entender que expusera a preliminar de mais sérios esclarecimentos, e continuou:

— Você não ignora que, no círculo das enfermidades terrestres, cada espécie de micróbio tem o seu ambiente preferido. O pneumococo aloja-se habitualmente nos pulmões; o bacilo de Eberth localiza-se nos intestinos onde produz a febre tifóide; o bacilo de Klebs-Löffler situa-se nas mucosas onde provoca a difteria. Em condições especiais do organismo, proliferam os bacilos de Hansen ou de Koch. Acredita você que semelhantes formações microscópicas se circunscrevem à carne transitória? Não sabe que o macrocosmo está repleto de surpresas em suas formas variadas? No campo infinitesimal, as revelações obedecem à mesma ordem surpreendente. André, meu amigo, as doenças psíquicas são muito mais deploráveis. A patogênese da alma está dividida em quadros doloòosos. A cólera, a intemperança, os desvarios do sexo, as viciações de vários matizes, formam criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima. Quase sempre o corpo doente assinala a mente enfermiça. A organização fisiológica, segundo conhecemos no campo de cogitações terrestres, não vai além do vaso de barro, dentro do molde preexistente do corpo espiritual. Atingido o molde em sua estrutura pelos golpes das vibrações inferiores, o vaso refletirá imediatamente.

Compreendi onde o instrutor desejava chegar. Entretanto, as suas considerações relativas às novas expressões microbianas davam ensejo a certas indagações. Como encarar o problema das formações iniciais? Enquadrava-se a afecção psíquica no mesmo quadro sintomatológico que conhecera, até então, para as enfermidades orgânicas em geral? Haveria contágio de moléstias da alma? E seria razoável que assim fosse na Esfera onde os fenômenos patológicos da carne não mais deveriam existir?

Afirmara Virchow que o corpo humano “é um país celular, onde cada célula é um cidadão, constituindo a doença um atrito dos cidadãos, provocado pela invasão de elementos externos”. De fato, a criatura humana desde o berço deve lutar contra diversas flagelações climáticas, entre venenos e bactérias de variadas origens. Como explicar, agora, o quadro novo que me defrontava os escassos conhecimentos?

Não sopitei a curiosidade. Recorrendo à admirável experiência de Alexandre, perguntei:

— Ouça, meu amigo. Como se verificam os processos mórbidos de ascendência psíquica? Não resulta a afecção do assédio de forças exteriores? Em nosso domínio, como explicar a questão? é a viciação da personalidade espiritual que produz as criações vampirísticas ou estas que avassalam a alma, impondo-lhe certas enfermidades? Nesta última hipótese, poderíamos considerar a possibilidade do contágio?

O orientador ouviu-me, atencioso, e esclareceu:

— Primeiramente a semeadura, depois a colheita; e, tanto as sementes de trigo como de escalracho, encontrando terra propícia, produzirão a seu modo e na mesma pauta de multiplicação. Nessa resposta da Natureza ao esforço do lavrador, temos simplesmente a lei. Você está observando o setor das larvas com justificável admiração. Não tenha dúvida. Nas moléstias da alma, como nas enfermidades do corpo físico, antes da afecção existe o ambiente. As ações produzem efeitos, os sentimentos geram criações, os pensamentos dão origem a formas e consequências de infinitas expressões. E, em virtude de cada Espírito representar um universo por si, cada um de nós é responsável pela emissão das forças que lançamos em circulação nas correntes da vida. A cólera, a desesperação, o ódio e o vício oferecem campo a perigosos germens psíquicos na Esfera da alma. E, qual acontece no terreno das enfermidades do corpo, o contágio aqui é fato consumado, desde que a imprevidência ou a necessidade de luta estabeleçam ambiente propício, entre companheiros do mesmo nível. Naturalmente, no campo da matéria mais grosseira, essa lei funciona com violência, enquanto, entre nós, se desenvolve com as modificações naturais. Aliás, não pode ser de outro modo, mesmo porque você não ignora que muita gente cultiva a vocação para o abismo. Cada viciação particular da personalidade produz as formas sombrias que lhe são consequentes, e estas, como as plantas inferiores que se alastram no solo, por relaxamento do responsável, são extensivas às regiões próximas, onde não prevalece o espírito de vigilância e defesa.



4. Evidenciando extrema prudência no exame dos fatos e prevenindo-me contra qualquer concepção menos digna, no círculo de apreciações da Obra Divina, acrescentou:

— Sei que a sua perplexidade é enorme; no entanto, você não pode esquecer a nossa condição de velhos reincidentes no abuso da lei. Desde o primeiro dia de razão na mente humana, a ideia de Deus criou princípios religiosos, sugerindo-nos as regras de bem-viver. Contudo, à medida que se refinam conhecimentos intelectuais, parece que há menor respeito no homem para com as dádivas sagradas. Os pais terrestres, com raríssimas exceções, são as primeiras sentinelas viciadas, agindo em prejuízo dos filhinhos. Comumente, aos vinte anos, em virtude da inércia dos vigias do lar, a mulher é uma boneca e o homem um manequim de futilidades doentias, muito mais interessados no serviço dos alfaiates que no esclarecimento dos professores; alcançando o monte do casamento, muitas vezes são pessoas excessivamente ignorantes ou demasiadamente desviadas. Cumpre, ainda, reconhecer que nós mesmos, em todo o curso das experiências terrestres, na maioria das ocasiões fomos campeões do endurecimento e da perversidade contra as nossas próprias forças vitais. Entre abusos do sexo e da alimentação, desde os anos mais tenros, nada mais fazíamos que desenvolver as tendências inferiores, cristalizando hábitos malignos. Seria, pois, de admirar tantas moléstias do corpo e degenerescências psíquicas? O Plano Superior jamais nega recursos aos necessitados de toda ordem e, valendo-se dos mínimos ensejos, auxilia os irmãos de humanidade na restauração de seus patrimônios, seja cooperando com a Natureza ou inspirando a descoberta de novas fontes medicamentosas e reparadoras. Por nossa vez; em nos despojando dos fluidos mais grosseiros, através da morte física, à proporção que nos elevamos em compreensão e competência, transformamo-nos em auxiliares diretos das criaturas. Apesar disso, porém, o cipoal da ignorância é ainda muito espesso. E o vampirismo mantém considerável expressão, porque, se o Pai é sumamente misericordioso, é também infinitamente justo. Ninguém lhe confundirá os desígnios, e a morte do corpo quase sempre surpreende a alma em terrível condição parasitária. Desse modo, a promiscuidade entre os encarnados indiferentes à Lei Divina e os desencarnados que a ela têm sido indiferentes, é muito grande na crosta da Terra. Absolutamente sem preparo e tendo vivido muito mais de sensações animalizadas que de sentimentos e pensamentos puros, as criaturas humanas, além do túmulo, em muitíssimos casos prosseguem imantadas aos ambientes domésticos que lhes alimentavam o campo emocional. Dolorosa ignorância prende-lhes os corações, repletos de particularismos, encarceradas no magnetismo terrestre, enganando a si próprias e fortificando suas antigas ilusões. Aos infelizes que caíram em semelhante condição de parasitismo, as larvas que você observou servem de alimento habitual.

— Deus meu! — exclamei sob forte espanto. Alexandre, porém, acrescentou:

— Semelhantes larvas são portadoras de vigoroso magnetismo animal.

Observando talvez que muitas e torturantes indagações se me entrechocavam no cérebro, o instrutor considerou:

— Naturalmente que a fauna microbiana, em análise, não será servida em pratos; bastará ao desencarnado agarrar-se aos companheiros de ignorância, ainda encarnados, qual erva daninha aos galhos das árvores, e sugar-lhes a substância vital.



5. Não conseguia dissimular o assombro que me dominava.

— Porque tamanha estranheza? — perguntou o cuidadoso orientador — e nós outros, quando nas Esferas da carne? nossas mesas não se mantinham à custa das vísceras dos touros e das aves? A pretexto de buscar recursos protéicos, exterminávamos frangos e carneiros, leitões e cabritos incontáveis. Sugávamos os tecidos musculares, roíamos os ossos. Não contentes em matar os pobres seres que nos pediam roteiros de progresso e valores educativos, para melhor atenderem à Obra do Pai, dilatávamos os requintes da exploração milenária e infligíamos a muitos deles determinadas moléstias para que nos servissem ao paladar, com a máxima eficiência. O suíno comum era localizado por nós, em regime de ceva, e o pobre animal, muita vez à custa de resíduos, devia criar para nosso uso certas reservas de gordura, até que se prostrasse, de todo, ao peso de banhas doentias e abundantes. Colocávamos gansos nas engordadeiras para que hipertrofiassem o fígado, de modo a obtermos pastas substanciosas destinadas a quitutes que ficaram famosos, despreocupados das faltas cometidas com a suposta vantagem de enriquecer os valores culinários. Em nada nos doía o quadro comovente das vacas-mães, em direção ao matadouro, para que nossas panelas transpirassem agradavelmente. Encarecíamos, com toda a responsabilidade da Ciência, a necessidade de proteínas e gorduras diversas, mas esquecíamos de que a nossa inteligência, tão fértil na descoberta de comodidade e conforto, teria recursos de encontrar novos elementos e meios de incentivar os suprimentos protéicos ao organismo, sem recorrer às indústrias da morte. Esquecíamo-nos de que o aumento dos laticínios, para enriquecimento da alimentação, constitui elevada tarefa, porque tempos virão, para a Humanidade terrestre, em que o estábulo, como o lar, será também sagrado.



6. — Contudo, meu amigo — propus-me a considerar —, a ideia de que muita gente na Terra vive à mercê de vampiros invisíveis é francamente desagradável e inquietante. E a proteção das Esferas mais altas? e o amparo das entidades angélicas, a amorosa defesa de nossos superiores?

— André, meu caro — falou Alexandre, benevolente —, devemos afirmar a verdade, embora contra nós mesmos. Em todos os setores da Criação, Deus, nosso Pai, colocou os superiores e os inferiores para o trabalho de evolução, através da colaboração e do amor, da administração e da obediência. Atrever-nos-íamos a declarar, porventura, que fomos bons para os seres que nos eram inferiores? Não lhes devastávamos a vida, personificando diabólicas figuras em seus caminhos? Claro que não desejamos criar um princípio de falsa proteção aos irracionais, obrigados, como nós outros, a cooperar com a melhor parte de suas forças e possibilidades no engrandecimento e na harmonia da vida, nem sugerimos a perigosa conservação dos elementos reconhecidamente daninhos. Todavia, devemos esclarecer que, no capítulo da indiferença para com a sorte dos animais, da qual participamos no quadro das atividades humanas, nenhum de nós poderia, em sã consciência, atirar a primeira pedra. Os seres inferiores e necessitados do Planeta não nos encaram como superiores generosos e inteligentes, mas como verdugos cruéis. Confiam na tempestade furiosa que perturba as forças da Natureza, mas fogem, desesperados, à aproximação do homem de qualquer condição, excetuando-se os animais domésticos que, por confiar em nossas palavras e atitudes, aceitam o cutelo no matadouro, quase sempre com lágrimas de aflição, incapazes de discernir com o raciocínio embrionário onde começa a nossa perversidade e onde termina a nossa compreensão. Se não protegemos nem educamos aqueles que o Pai nos confiou, como germens frágeis de racionalidade nos pesados vasos do instinto; se abusamos largamente de sua incapacidade de defesa e conservação, como exigir o amparo de superiores benevolentes e sábios, cujas instruções mais simples são para nós difíceis de suportar, pela nossa lastimável condição de infratores da lei de auxílios mútuos? Na qualidade de médico, você não pode ignorar que o embriologista, contemplando o feto humano em seus primeiros dias, a distância do veículo natural, não poderá afirmar, com certeza, se tem sob os olhos o gérmen dum homem ou de um cavalo. O médico legista encontra dificuldades para determinar se a mancha de sangue encontrada eventualmente provém de um homem, dum cão ou dum macaco. O animal possui igualmente o seu sistema endocrínico, suas reservas de hormônios, seus processos particulares de reprodução em cada espécie e, por isso mesmo, tem sido auxiliar precioso e fiel da Ciência na descoberta dos mais eficientes serviços de cura das moléstias humanas, colaborando ativamente na defesa da Civilização. Entretanto…



7. Interrompera-se o instrutor e, considerando a gravidade do assunto, perguntei com emoção:

— Como solucionar tão dolorosos problemas?

— Os problemas são nossos — esclareceu o generoso amigo, tranquilamente —, não nos cabe condenar a ninguém. Abandonando as faixas de nosso primitivismo, devemos acordar a própria consciência para a responsabilidade coletiva. A missão do superior é a de amparar o inferior e educá-lo. E os nossos abusos para com a Natureza estão cristalizados em todos os países, há muitos séculos. Não podemos renovar os sistemas econômicos dos povos, dum momento para outro, nem substituir os hábitos arraigados e viciosos de alimentação imprópria, de maneira repentina. Refletem eles, igualmente, nossos erros multimilenários. Mas, na qualidade de filhos endividados para com Deus e a Natureza, devemos prosseguir no trabalho educativo, acordando os companheiros encarnados, mais experientes e esclarecidos, para a nova era em que os homens cultivarão o solo da Terra por amor e utilizar-se-ão dos animais, com espírito de respeito, educação e entendimento.

Depois de ligeiro intervalo, o instrutor observou:

— Semelhante realização é de importância essencial na vida humana, porque, sem amor para com os nossos inferiores, não podemos aguardar a proteção dos superiores; sem respeito para com os outros, não devemos esperar o respeito alheio. Se temos sido vampiros insaciáveis dos seres frágeis que nos cercam, entre as formas terrenas, abusando de nosso poder racional ante a fraqueza da inteligência deles, não é demais que, por força da animalidade que conserva desveladamente, venha a cair a maioria das criaturas em situações enfermiças pelo vampirismo das entidades que lhes são afins, na Esfera invisível.
           






   

M.L.V.

Você poderá gostar

0 comentários










Subscribe